CPI da Petrobras
A CPI da Petrobras é o primeiro passo para a privatização – antigo sonho do FHC – caso o PFL (Democratas! Argh!) vençam as eleições presidenciais usando, mais uma vez, um laranja do PSDB.
Blog do Nassif
Nassif, o Serra não está preocupado. A massiva e maçante propaganda do Governo do Estado e da Prefeitura de São Paulo no rádio e TV é suficiente para o eleitorado paulista e paulistano garantir a eleição de Serra e Kassab para presidente e governador, respectivamente. Os eleitores DEMos e Tucanos que pagam toda esta publicidade de uma campanha antecipada e usando a máquina do estado e do município estão felizes e sorridentes como verdadeiras hienas. Desculpe, Nassif, mas no Estado de São Paulo e em sua capital não é necessário governar há mais de 20 anos. As hienas paulistas e paulistanas garantem.
Notícias inconvenientes
Por: Equipe InfoMoney
01/07/09 – 11h00
InfoMoney
Mais do Battisti
Com certeza o caso Battisti é menos importante para a Itália do que para o Estadão, Folha, Globo e Veja.
Aos amantes da Veja
É preciso ler de tudo. Aqueles que ainda acham que a Revista Veja é séria, deveriam ler a série de posts de Luís Nassif (Clique aqui). Vale a pena para arejar a cabeça.
Feliz 2008!
As previsões para 2008 continuam otimistas. Apesar da crise do subprime que continua assustando e que, de fato, ainda não sabemos se o fundo do poço já foi tocado ou não e nem o quanto isto afetará a economia no Brasil.
É claro que hoje estamos menos vulneráveis às crises internacionais, mas ainda não temos o direito de relaxar. É importante que o governo continue com os pés no chão e que tome as decisões mais adequadas para compensar a CPMF. Uma boa opção seria intensificar o combate à sonegação. Isto já vem dando bastante certo nos últimos anos, aumentando a carga tributária sem criar nenhum novo imposto e, ainda, barateando alguns impostos como da construção civil, investimentos e etc.
Mas 2008 chegou! E trazendo promessas que, ao contrário dos Estados Unidos, o boom da construção civil está apenas começando. Vinte milhões de brasileiros ganharam o direito de sonhar e comprar casas. E bens de consumo. A bolsa de valores, embora não prometa tantos ganhos como em 2007, ainda é vista como promissora superando a renda fixa. O desemprego continua diminuindo, a renda continua aumentando e, cada vez mais, industriais, comerciantes e homens de negócios em geral descobrem que a distribuição de renda é bom para todos.
Só me assusta o fato de que 2008 é um ano eleitoral. As turmas do “vale-tudo”, do “quanto-pior-melhor” e do “não-faremos-oposição-como-o-PT”, em conjunto com a imprensa “democrática e imparcial” que nós temos farão todas aquelas cacas que nós já estamos nos acostumando.
O Brasil será um ótimo lugar em 2008. Muitos ganharão dinheiro investindo aqui. Outros – ainda que em número menor para o bem de todos – ganharão dinheiro como cronistas da Veja, Estado, Globo e Folha, escrevendo suas opiniões como se fossem más notícias e suas ladainhas que ainda dão dinheiro por aqui.
The cheque bounces
É o título de uma matéria da revista inglesa Economist que faz uma interessante pergunta: Como explicar esta mistura de popularidade e impotência?
A dúvida vem do dia 13 de dezembro quando a CPMF foi rejeitada pelo Senado e uma pesquisa foi publicada pelo Ibope afirmando que 65% dos entrevistados aprovam o governo Lula. É difícil formular uma resposta curta e objetiva.
Talvez seja a mesma dos porquês Lula não conseguiu abafar nenhuma CPI como o fazia tão bem FHC ou Alckmin – só no Estado de São Paulo foram 69 engavetadas. Ou, talvez, seja a mesma explicação de porque nada foi investigado quanto a compra de votos para aprovar a emenda da reeleição ou mesmo sobre as suspeitas privatizações.
Aparentemente os assuntos não têm ligações, mas os grupos que reprovaram a CPMF e engavetaram CPIs e investigações são os mesmos. Dá para pensar a respeito.
E agora, imprensa?
Em uma entrevista concedida à Folha por e-mail, Oscar Niemeyer, do alto de seu século de vida, consegue escapar das costumeiras arapucas que os repórteres tentam, e conseguem na maioria das vezes, armar aos entrevistados.
Levantando assuntos polêmicos e fora de propósito, como terceiro mandato, Hugo Chávez e Evo Morales, os entrevistadores tentam conduzir, como sempre, o entrevistado à pautas já desgastadas, inoportunas, cansativas e neuróticas. Perderam a grande oportunidade de obter uma excelente entrevista com um dos gênios brasileiros mais respeitados interna e externamente.
A matéria só não perdeu a excelência pelas respostas claras, curtas e objetivas de Niemeyer. Curto e fino. De uma fineza que deve ter causado muita decepção e espanto na redação. Não foram, com certeza, as respostas esperadas para fomentar a histeria da imprensa.
E agora, José? É, tem que publicar. Dirão que o grande mestre deve estar ficando gagá?
Juntar os cacos de quem?
“Ironicamente, enquanto o DEM comemora o feito político, os tucanos já se apressam em dar explicações ao público por sua “vitória política”. Aécio, por exemplo, já fala em “juntar os cacos”. Bota caco nisso!”. São palavras de Kennedy Alencar publicadas hoje na Folha Online.
Uma importantíssima ferramenta de controle da sonegação e lavagem de dinheiro foi extinta hoje e encaminhada para a lista de grandes obras do PFL (ex-PDS, ex-ARENA). O mesmo PFL que tanto fez pela educação e pela saúde brasileiras nas longas décadas quando esteve no poder.
Com certeza, a Polícia Federal, que tem atuado de forma eficiente e imparcial nos últimos quatro anos, e a Receita Federal não terão tanta informação para combater, como têm feito de maneira inédita, as inúmeras quadrilhas de crimes financeiros por todo o Brasil.
A Bovespa despencou quase 3% hoje e o investment grade passa a ficar mais distante. A relação dívida/PIB voltará a aumentar caso o “Brasil que perdeu” não tome alguma medida que, como um remédio amargo, corrija novamente a coisa e nos coloque novamente no rumo.
Pois é, só mesmo aqueles cronistas e editorialistas dos nossos jornalões e revistonas, seus incautos leitores, o que sobrou da ARENA e os caquinhos do MDB estão felizes com sua “estrondosa vitória política” (Agora são palavras da Eliane Cantanhêde que, junto com a turma do “quanto pior, melhor”, está radiante).
Vitória de quem?
Mais uma vez a grande imprensa está feliz. Ela, o PFL (não aceito democratas), o FHC e o Artur Virgílio (*) venceram mais uma. Todo o resto do País perdeu de novo.
(*) O líder do PSDB, que foi derrotado nas últimas eleições para governador de seu estado com apenas 5% dos votos e é o grande protetor do PFL, se torna hoje o grande herói dos sonegadores.
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